domingo, 24 de abril de 2011

A História de Bragança

Os primeiros europeus a conhecer a região do Caeté foram os franceses, liderados por Daniel La Touche, senhor de La Lavandiere, em 08 de julho de 1613. Inicialmente, essa área era habitada pelos índios tupinambás.
Em 09 de fevereiro de 1622, pertencendo a Capitania de Gurupi, esta terra foi doado por Felipe II, rei da Espanha, para Gaspar de Souza, governador geral do Brasil. Depois de onze anos, Francisco Coelho de Carvalho doou a região para seu filho, Feliciano. Foi então que, Álvaro de Souza, filho de Gaspar, reclamou junto à Corte de Madri a posse da capitania, e ganhou.
Como dono das terras, Álvaro de Souza fundou, a margem direita do Caeté, a primeira vila populacional, com o nome de Vila de Souza do Caeté. Mas, por problemas de comunicação com Belém, transferiu-a para a margem esquerda do rio, que em 1854, através da resolução nº 252, de 02 de outubro, tornou-se uma cidade, por determinação do tenente-coronel Sebastião do Rego Barros, presidente da provícia naquele momento, com o nome de Bragança.
A vila na outra margem ficou conhecida como Vila Cuera, ou Vila que-era.
Bragança teve seu desenvolvimento com a construção de uma estrada de ferro no município, porém, após sua desativação, na década de 1960, a cidade teve uma queda considerável em seu avanço econômico. Muitos aspectos desse período são percebidos até hoje.

Uma cidade relativamente tranquila, apesar de sua proporção, Bragança encanta os turistas com sua paisagem, principalmente na Praia de Ajuruteua. A estrada de acesso à praia é repleta de fauna e flora características dessa região, como mangues e guarás. Além disso, possui vilas que valem a pena conhecer.
Uma cidade bela, com clima agradável, Bragança é, sem dúvida, a Pérola do Caeté!
Por Thaís Neves Ferreira